A vassoura encostada na parede inquieta o artista, outro gole de café e a tinta desce no labirinto das suas cotidianidades. Ele a mira , um bastão de Asclepio quisera, tem ânsias de perspectivas, talvez com um grande pincel possa borrar essa insanidade de rabiscos que precisa cortar das temporas da tela. A síntese do laço enforca a loucura e também enxuga , faz varredura de estórias de suas mesmices, não, nada a contar dos incandescentes vicios dos folhetins de cada dia nesta abstraçao mutante, mais do que nao repisar a inquietação dss dobras de cada dia, que a musa. o ensine a não se perder do além do que ve, nesta nudez da tela em branco e preto, talvez a depositar flores ou cardos com antecedencia sobre a lapide de um esboço mal feito de um sonho inacabado a pintar-se em qualquer dia. A vassoura este grande instrumento pinta os passos no chão como um archote das trivialidades, apaga o po' dos seus borrões que se pintam na fissura dos dias mas, a tela vigilante e o balde de água ao lado sempre aguardam uma grande pincelada....