Peixes a alguns caem das árvores
árvores parem peixes
línguas de areia arrebentam--se
Até que a outra noite chegue
ficarão outros à janela na espreita do peixe
anzóis molhados de chuva
versos secando na área de serviço
o ruído do mundo nas gavetas do quarto
no ultimo quarto de hora da espera
e todos por mais um prato de peixe
Onde o rio